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Atrasos em obras escolares são atribuídos à escassez de materiais e outros desafios

Algumas obras de reabilitação e construção de infraestruturas escolares que deveriam ter sido concluídas antes do início do ano letivo continuam em execução, situação atribuída a diversos fatores que afetaram o andamento dos trabalhos.

Segundo o empreiteiro responsável, um dos principais desafios foi a escassez de materiais de construção no mercado nacional e internacional. Esta situação terá sido agravada pelos impactos da pandemia da COVID-19, que reduziu a capacidade de produção e fornecimento de várias empresas ligadas ao setor da construção.

Além da dificuldade no acesso aos materiais, as condições climatéricas também contribuíram para o prolongamento dos prazos. De acordo com o empreiteiro, as chuvas registadas durante o período das obras dificultaram a execução de algumas etapas, especialmente na construção e reabilitação de instalações sanitárias.

Trabalhos adicionais aumentaram o tempo de execução

O responsável explicou ainda que, durante a execução dos projetos, foram identificadas necessidades que não estavam previstas no contrato inicial.

Segundo afirmou, algumas escolas que estavam destinadas apenas à reabilitação apresentavam um nível de degradação superior ao esperado, tornando necessária a realização de obras de maior dimensão, incluindo a reconstrução de algumas estruturas.

Essas alterações exigiram ajustes no plano de execução e contribuíram para o prolongamento do período de conclusão dos trabalhos.

Objetivo é garantir melhores condições para alunos e professores

Apesar dos atrasos, o empreiteiro garante que as obras prosseguem com o objetivo de oferecer melhores condições de ensino e aprendizagem.

As intervenções incluem a melhoria das salas de aula, das instalações sanitárias e de outras infraestruturas escolares essenciais para proporcionar um ambiente mais seguro e adequado para alunos, professores e restante comunidade escolar.

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